Brasil

Cleitinho desafia políticos que apoiam boicotes a abrir mão do salário

Em vídeo no Instagram neste domingo (1º), o senador mineiro criticou a direita e a esquerda e disse que salários e verbas de gabinete saem dos impostos de trabalhadores e empresários.

O senador Cleitinho Azevedo, de terno preto, agachado diante de uma parede de mármore, ao celular, no Senado.
O senador Cleitinho Azevedo (Republicanos-MG), no Senado, em 24/4/2025. Foto de arquivo: Agência Senado — CC BY 2.0. A imagem não registra o vídeo citado. Origem da fotografia. Condição de uso.

O senador Cleitinho Azevedo (Republicanos-MG) desafiou, neste domingo (1º), os políticos que incentivam o boicote a trabalhadores e empresários por divergências eleitorais a abrir mão do próprio salário. A manifestação foi num vídeo publicado no Instagram, segundo o Poder360, que identifica Cleitinho como senador e governador eleito de Minas Gerais.

O que ele disse

De acordo com a reportagem, Cleitinho dirigiu as críticas a representantes da direita e da esquerda. Ele afirmou que salários, benefícios e verbas de gabinete dos políticos são pagos com o dinheiro dos contribuintes e que tanto o trabalhador quanto o empresário pagam impostos para manter esses privilégios. Concluiu que quem manda boicotar empresas, de esquerda ou de direita, deve dar o exemplo: “está na hora de abrir mão do seu salário”.

O contexto

Segundo o Poder360, grupos bolsonaristas têm incentivado a demissão de trabalhadores que votaram em Lula (PT) e o boicote a empresas de apoiadores do petista, e o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) está entre os políticos que manifestaram apoio a ações contra empresários e artistas. O Os Poderes noticiou que deputados do PT pediram à PF e à PGR que investiguem as listas de boicote; é um pedido de investigação, e as fontes lidas não informam abertura de apuração.

O que ainda não se sabe

O vídeo não foi visto pelo Os Poderes; o relato se baseia na reportagem do Poder360, publicada neste domingo. A reportagem não traz resposta de Nikolas Ferreira nem dos demais políticos citados indiretamente.

Últimas

Em perspectiva

Mais notícias