O ministro do Trabalho, Luiz Marinho, disse que não pretende assumir a chefia de gabinete do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no quarto mandato, mas que seguirá o que o presidente decidir. A declaração foi dada em entrevista ao Metrópoles, publicada neste sábado (31), e reproduzida pelo Poder360.
“Não pretendo ser chefe de gabinete do presidente”, afirmou Marinho, segundo o Poder360. Ele acrescentou que está à disposição para cumprir o que Lula determinar.
“Tranquilo” com qualquer decisão
De acordo com a reportagem, o ministro disse estar tranquilo com a decisão que Lula tomar, mesmo que seja deixar o governo em 2027. Ele descreveu a si mesmo como “soldado do presidente” e disse que, se for dispensado, voltará para casa; se for mantido ou receber outra tarefa, ficará satisfeito.
O que não está dito
As fontes lidas não informam se o cargo de chefe de gabinete foi oferecido a Marinho nem se existe decisão do presidente sobre o assunto. O Planalto também não anunciou nomes ou mudanças no primeiro escalão para o próximo mandato. Lula tomará posse em 5 de janeiro de 2027, e a formação da equipe vem sendo tratada por reportagens com base em bastidores, como a que diz que o presidente vai trocar a “cozinha” do Planalto e a que relata que ele avalia dar um ministério ao PT de Minas.
Fontes
Poder360, texto publicado em 31/10/2026 (08h13, horário de Brasília), lido na íntegra em 31/10 às 09h. A entrevista original ao Metrópoles não foi consultada por Os Poderes; as frases acima são as reproduzidas pelo Poder360.






















