STF nega ordem de busca contra Flávio; reportagem sobre a PF foi corrigida
Nota do Supremo diz ser falsa a informação sobre mandado de busca e apreensão contra o senador; o g1 reconheceu o erro e corrigiu a reportagem que Os Poderes havia citado.
Editoria
Supremo Tribunal Federal: julgamentos, decisões, pedidos e movimentos de cada ministro da Corte.
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Nota do Supremo diz ser falsa a informação sobre mandado de busca e apreensão contra o senador; o g1 reconheceu o erro e corrigiu a reportagem que Os Poderes havia citado.
Segundo o g1, o pedido apontou riscos concretos e atuais, citou a fala de Eduardo Bolsonaro e levantou a hipótese, ainda em apuração, de dinheiro de Vorcaro na estrutura dele nos EUA.
Advogados avaliam que a rapidez das decisões do ministro indica novo passo, possivelmente com pedido de difusão vermelha da Interpol; não há decisão sobre prisão nas fontes lidas.
Quatro ministros, dois deles ligados a Moraes, avaliam que a apreensão foi precipitada e alimenta o discurso de perseguição, segundo a coluna de Bela Megale. A PF diz que havia risco concreto de fuga; Moraes não se manifestou nos textos lidos.
Presidente do STF acolheu pedidos da PGR, reconheceu prescrição de um crime de Fiuza e encerrou o inquérito de Eduardo, que já deu origem à condenação por coação. Os casos estavam ligados ao inquérito das fake news.
Ministro do STF cita a Rockbridge Network e relatório da Abin; a empresa teria negociado apoio à campanha de Flávio Bolsonaro. Nenhuma das partes citadas tem manifestação lida.
O prazo dado por Moraes terminou sem a entrega dos documentos; a PF cancelou os passaportes brasileiros e deputados do PT pediram a prisão preventiva. Não há ordem de prisão, e a decisão cabe ao ministro.
Ministro do STF atendeu a reclamação da coligação de Lula sobre falta de ônibus na Bahia e limitou a prorrogação às seções ainda abertas. Com o fim da votação, o TSE voltou a receber boletins de urna às 19h; primeiros números ainda não têm valor de tendência.
Três ministros do Supremo votaram pela manhã de domingo; dois deles comandam a Justiça Eleitoral e pediram normalidade na votação.
Petição enviada a Fachin diz que o ex-banqueiro sofre "linchamento público"; Vorcaro está preso desde março na Papudinha, no DF.
Mandados foram expedidos pelo STF; Justiça também bloqueou R$ 558 milhões de 40 pessoas e 42 empresas, segundo a Polícia Federal.
Três ações analisam poderes de requisição da polícia e a exigência de ordem judicial para obter endereços de IP; relatores são Toffoli e Zanin.
Sessão começou em 23 de outubro e foi estendida por causa do ponto facultativo do Dia do Servidor e do feriado de Finados.
Reclamação fala em censura prévia em decisões de Nunes Marques no TSE, tomadas a pedido de Flávio Bolsonaro; não há decisão do Supremo registrada na fonte.
Ministro também quebrou sigilos e suspendeu passaportes e atividades das empresas; defesa diz que a "sala secreta" achada pela PF é cofre de empresa de táxi aéreo.
Decisão unânime em plenário virtual aceitou a denúncia da PGR; a defesa prévia terá 15 dias. O blogueiro está na Espanha e é considerado foragido.
DPU cita consulta a 3.518 municípios em que 78 relataram falta de gratuidade ou frota reduzida no primeiro turno; Cármen Lúcia já cobrou resposta do TSE sobre linhas interestaduais.
Gonet diz que mandado de segurança em nome próprio não serve para defender direitos coletivos; relator é Luiz Fux e não há data para decisão.
Pedido foi feito a Mendonça; perícias contábeis e cooperação com os EUA ainda estão em andamento. Flávio Bolsonaro, que é investigado, nega vantagem indevida.
Parecer de Gonet diz que faltam evidências de participação em ilícitos e que a medida teria efeitos amplos, com risco à ordem pública.