A Executiva Nacional do PDT, presidida por Carlos Lupi, aprovou nesta sexta-feira (6) o ingresso do partido em uma federação com Solidariedade e PRD, que já estão federados, e com o Avante, que decidiu se juntar ao grupo no mês passado. A direção pedetista também se posicionou a favor de incluir o PSB na união de siglas. A decisão vem depois de o PDT não ter atingido a cláusula de barreira nas eleições deste ano.
O que foi decidido
- Ampliação da federação: os quatro partidos devem encaminhar ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) um pedido de aprovação da ampliação da Federação Renovação Solidária, hoje formada por Solidariedade e PRD. Depois da análise, a federação terá nome e estatuto atualizados. O pedido ainda não foi apresentado nem julgado pelo TSE.
- Efeito prático: reunidos, os partidos passam a ser contados em conjunto para a cláusula de barreira, o que, segundo o relato, lhes dá acesso ao fundo partidário e ao tempo gratuito de rádio e televisão.
- PSB: a Executiva do PDT se manifestou a favor da entrada do PSB na federação; a posição é do PDT, e não consta decisão do PSB ou das demais siglas sobre o tema.
Tamanho da bancada
Somadas, as quatro siglas elegeram 18 deputados federais: seis do PDT, cinco do Avante, cinco do PRD e dois do Solidariedade. A informação é de uma nota de coluna política, sem confirmação oficial dos partidos neste texto; o número final de cadeiras dependerá do que o TSE aprovar.
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