O deputado federal eleito Pedro Rousseff (PT-MG) pediu à Procuradoria-Geral da República que o passaporte do deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) seja retido e que ele fique proibido de sair do país, segundo o Poder360. Nikolas respondeu nesta terça-feira (27) que o pedido não tem motivo e busca visibilidade para o petista, sobrinho da ex-presidente Dilma Rousseff. Não há, nas fontes lidas, decisão da PGR.
O pedido
Rousseff acionou o procurador-geral, Paulo Gonet, na terça, depois da repercussão da saída do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) do Brasil, informação que o Poder360 diz ter sido confirmada por aliados. Segundo o jornal, o petista afirmou que Nikolas, como Flávio, responde a diversos processos criminais e que o objetivo seria evitar que ele deixe o país em situação semelhante. O Estadão publicou reportagem sobre o mesmo pedido, que Os Poderes não leu.
A resposta de Nikolas
Em vídeo, Nikolas disse que o pedido não tem motivo e o atribuiu à saída de Flávio. Também afirmou que os adversários têm grande ânsia de aparecer na mídia e disse que o petista aproveitava seus “30 segundos de fama”. Ele usou ainda termos ofensivos contra Rousseff, que não reproduzimos.
O contexto
A PF intimou Flávio na segunda (26) a entregar os passaportes, por determinação do ministro Alexandre de Moraes, do STF, com prazo até as 12h de terça. Ele deixou o país antes, segundo aliados e a imprensa; a saída ainda não tem confirmação oficial. Flávio é investigado em dois inquéritos no Supremo, sobre possível lavagem de dinheiro por meio de plataformas de apostas e sobre o financiamento do filme Dark Horse, conforme o Poder360.
O que falta
Pedido à PGR não é decisão: cabe ao órgão avaliar se leva algum pedido ao Supremo. Os Poderes leu apenas o Poder360 e não teve acesso ao documento apresentado nem ao vídeo de Nikolas; as falas citadas vêm do texto do site.






















