EUA

Venezuelano é preso com três armas perto da Casa Branca e diz querer matar Trump

O Serviço Secreto prendeu na quinta (5) um imigrante sem documentos que, segundo o Departamento de Segurança Interna, afirmou ouvir vozes que o mandavam matar o presidente. O caso é de suspeita; não há denúncia formal nem condenação.

Fachada norte da Casa Branca, em Washington, com bandeira dos Estados Unidos, fonte e canteiro de flores vermelhas
Fachada norte da Casa Branca, em Washington, em 6 de julho de 2007. Foto de arquivo: Nishkid64 — domínio público. A imagem não registra a prisão citada na matéria. Origem da fotografia.

O Serviço Secreto dos Estados Unidos prendeu na quinta-feira (5), nos arredores da Casa Branca, um imigrante venezuelano que disse querer matar o presidente Donald Trump. A prisão foi divulgada na sexta (6) em comunicado do Departamento de Segurança Interna (DHS), que identificou o suspeito como Ronny Yordrix Guanipa Chrinos.

O que diz o DHS: os agentes se aproximaram do carro do homem perto da residência presidencial e, ao interrogá-lo, ouviram dele que “ouvia vozes” mandando-o a Washington para matar Trump. No veículo, que seria roubado, havia três armas e dezenas de cartuchos. Ainda segundo o órgão, ele estava sem documentos e teria entrado ilegalmente nos Estados Unidos em março de 2024, pela fronteira com o México.

O que ainda não se sabe

O OsPoderes não leu o comunicado original do DHS; as informações acima vêm do relato de um veículo brasileiro que o reproduziu, e não foram verificadas de forma independente. Não foram encontrados, nas fontes lidas, a acusação formal que será apresentada, a data da audiência, a manifestação de defesa do preso nem a avaliação dos agentes sobre a gravidade da ameaça. O relato de ter ouvido vozes é uma declaração atribuída ao suspeito, e não um diagnóstico.

A segurança no entorno da Casa Branca foi reforçada durante o segundo mandato de Trump, e incidentes semelhantes foram registrados na região nos últimos dois anos, segundo o mesmo relato. Na sexta, Trump também nomeou Stephen Miller chefe de gabinete.

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