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PF cumpre 4 mandados no Rio na 9ª fase da operação Unha e Carne

Investigação apura lavagem de dinheiro e ocultação de patrimônio por organização criminosa; alvos e valores não foram divulgados nas fontes lidas.

Três agentes da Polícia Federal caminham por um saguão
Agentes da Polícia Federal em saguão de prédio, em foto de arquivo de 2016. Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil, CC BY 3.0 BR.

A Polícia Federal cumpre desde as 9h desta quinta-feira (29) quatro mandados de busca e apreensão na cidade do Rio de Janeiro, na nona fase da operação Unha e Carne, segundo a Agência Brasil, em texto republicado pelo Poder360. Os mandados, de acordo com o texto, foram expedidos pelo Supremo Tribunal Federal; a PF não divulgou, nas fontes lidas, os nomes dos alvos.

O que a investigação apura

A operação investiga lavagem de dinheiro e ocultação patrimonial atribuídas a uma organização criminosa. Conforme o relato, os bens ocultados incluiriam imóveis de alto padrão, veículos de luxo e aeronaves executivas registrados em nome de terceiros, os chamados laranjas. A PF afirma que o grupo teria colocado bens e valores em nome de familiares, colaboradores próximos e pessoas formalmente desvinculadas do núcleo investigado.

Segundo o texto, a apuração também encontrou uso de dinheiro em espécie, movimentações sem rastreabilidade e empresas nacionais e estrangeiras, inclusive em paraísos fiscais, além de indícios de envolvimento de entidades religiosas e de holdings patrimoniais na ocultação formal da titularidade dos bens. São indícios apontados pela PF; ninguém foi condenado, e as defesas dos investigados não foram ouvidas nas fontes lidas.

A fase anterior

Na oitava fase, a operação resultou na prisão de um ex-prefeito de município da Baixada Fluminense e de um ex-secretário da Polícia Civil fluminense, segundo a mesma publicação.

O que falta saber

O texto lido não informa os nomes dos investigados, os endereços das buscas, se houve prisões nesta fase, valores apreendidos nem o ministro responsável pelas decisões. Os Poderes atualizará a matéria se a PF ou o STF divulgarem esses dados.

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