O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse em um comício em Perry, na Geórgia, no sábado (24), que o país ficou com a Groenlândia e a Venezuela “de graça”. Segundo a Reuters, citada pelo Poder360, ele classificou o acordo de segurança sobre a ilha dinamarquesa como o “maior negócio imobiliário da história”. O acordo assinado por EUA, Dinamarca e Groenlândia trata de segurança e de presença militar; não transfere a soberania da ilha.
O que diz o acordo
Segundo o Poder360, EUA, Dinamarca e Groenlândia assinaram em 22 de setembro de 2026 um acordo que atualiza o tratado de defesa de 1951, autoriza a ampliação das atividades americanas na base de Pituffik e prevê novas áreas militares em Narsarsuaq e Mestersvig. Antes da assinatura, a primeira-ministra dinamarquesa, Mette Frederiksen, afirmou que o texto não comprometeria a soberania do país sobre a Groenlândia. Trump apresentou a negociação como permanente e sem custo para os cofres americanos. Em 13 de outubro, ele também anunciou planos de explorar petróleo, gás e minerais na ilha.
Venezuela
Sobre a Venezuela, o Poder360 lembra a operação militar americana de 3 de janeiro de 2026, que levou à captura de Nicolás Maduro e de sua mulher, Cilia Flores, levados aos Estados Unidos. A presidente interina, Delcy Rodríguez, negocia com a Casa Branca questões de petróleo, investimentos e transição política.
Contexto
O comício integra a campanha republicana para as eleições de meio de mandato, marcadas para 3 de novembro, que definirão o controle do Congresso americano; Trump faz atos quase diariamente. No mesmo evento, ele criticou a imigração e anunciou um investimento da Audi no estado. A CNN Brasil também registrou as falas.






















