A fumaça de queimadas manteve suspensas as aulas presenciais da rede municipal de Manaus em 19 e 20 de outubro, por causa da baixa qualidade do ar, segundo a CNN Brasil. A prefeitura citou boletim da Defesa Civil e previsão de piora nas 24 horas seguintes.
Qualidade do ar
Em 17 de outubro, o prefeito Renato Junior (Avante) pediu socorro, em vídeo nas redes sociais, a autoridades nacionais e internacionais e disse que a população paga com a saúde por queimadas que não provocou. Entre 7h e 8h daquele dia, o índice de qualidade do ar chegou a 693 pontos, nível considerado perigoso pela plataforma IQAir, e Manaus liderou o ranking de cidades mais poluídas do país. Na manhã de 18 de outubro, a concentração média de partículas finas (MP2,5) chegou a 150,5 µg/m³, segundo 14 sensores da PurpleAir; no dia 17, a Defesa Civil registrou 401,4 µg/m³, nível crítico.
Estiagem e focos de calor
Em boletim de 18 de outubro, o governo estadual informou que 40 municípios estão em emergência por causa da estiagem, que afetou 101.084 famílias; Manaus e outros 16 municípios estão em alerta, e cinco, em atenção. Nos dez primeiros dias de outubro, os focos de incêndio no estado subiram 271% sobre o mesmo período de 2025, de 372 para 1.380, segundo o Painel do Fogo, do Censipam. Até 18 de outubro, o Inpe contabilizava 8.165 focos de calor no Amazonas.
As medidas do governo federal no estado foram tratadas em matéria à parte, na editoria Executivo.






















