Brasil

Missão da OEA acompanha denúncias de falta de ônibus e aguarda o TSE

Grupo de observadores chefiado por José Miguel Insulza tem mais de 90 integrantes de 23 países em mais de 20 estados e no Distrito Federal.

Davi Alcolumbre, o ministro Nunes Marques e Hugo Motta sentados à mesa diante de um painel com a inscrição Eleições 2026, durante entrevista coletiva no TSE

Davi Alcolumbre, Nunes Marques e Hugo Motta em entrevista coletiva no TSE, em Brasília, em 25 de outubro de 2026. Foto: Lula Marques/Agência Brasil. A imagem é anterior à prorrogação e não registra a nota da missão da OEA. Origem da fotografia. Condição de uso.

A Missão de Observação Eleitoral da Organização dos Estados Americanos (OEA) no Brasil afirmou neste domingo (25), em nota nas redes sociais, que acompanha as informações da imprensa e as denúncias sobre problemas no transporte público em diferentes cidades do país durante o segundo turno. A missão disse que seguirá atenta às decisões do Tribunal Superior Eleitoral sobre o tema, segundo a CNN Brasil.

A missão é chefiada pelo ex-secretário-geral da OEA e ex-chanceler do Chile José Miguel Insulza e reúne mais de 90 observadores de 23 países, espalhados por mais de 20 estados e pelo Distrito Federal. Os observadores analisam o uso da tecnologia e o trabalho da Justiça Eleitoral, além das campanhas, da cobertura da imprensa e de índices de violência.

As queixas de falta de ônibus em São Paulo, na Bahia e em outros estados levaram a decisões de tribunais regionais e, depois, à ordem do ministro Cristiano Zanin, do STF, que prorrogou a votação até as 19h nas seções ainda abertas. A Polícia Federal apura possíveis crimes ligados ao transporte em cinco estados.

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