A procuradora-adjunta do Tribunal Penal Internacional (TPI), Nazhat Shameem Khan, disse que as novas sanções dos Estados Unidos começam a afetar funcionários do tribunal, mas não impediram o trabalho da corte, segundo o Guardian, em texto de 24 de outubro. Ela dirige o gabinete, ao lado de outro integrante, até a escolha de um novo procurador-chefe.
O secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, anunciou as sanções neste mês, acusando o TPI, alvo frequente do governo Trump, de ser uma “corte fora da lei” e declarando: “ou o TPI põe fim às ameaças, ou nós poremos fim ao TPI”. Shameem Khan afirmou que algumas pessoas do tribunal já enfrentam problemas com bancos, porque as instituições estariam cumprindo mais do que o exigido para minimizar riscos diante da incerteza sobre o alcance das medidas.
Investigações
A medida não deve entrar em vigor formalmente antes de seis meses, contados de 9 de outubro, data do anúncio. A procuradora disse que a investigação sobre a guerra em Gaza e outras tiveram “progresso significativo” desde que foram emitidos, em novembro de 2024, mandados de prisão por crimes de guerra contra o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, e o ex-ministro da Defesa Yoav Galant. Novos pedidos do gabinete foram mantidos sob sigilo por ordem do tribunal.
A reportagem consultada não traz a versão do Departamento de Estado sobre os relatos de dificuldades bancárias.






















