A Rússia bombardeou Kiev com mísseis balísticos na madrugada de 22 de outubro, poucas horas depois de Vladimir Putin dizer que aceitou retomar negociações trilaterais após a reunião com o enviado americano Steve Witkoff, segundo o Guardian. O ataque matou ao menos duas pessoas e feriu 22, incluindo quatro crianças.
Entre os alvos estavam a ponte sul sobre o rio Dnipro, casas, infraestrutura de energia, uma estação de ambulâncias, prédios comerciais e uma clínica. O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, disse que três dos mísseis tinham ogivas de fragmentação e que um deles atingiu o distrito de Pecherskyi, danificando estruturas históricas, entre elas um mosteiro. Para ele, a escolha da arma e da área foi deliberada e mostra que a Rússia não está séria sobre a paz.
O jornal cita especialistas que veem uma tentativa de destruir a infraestrutura energética antes do inverno e dizem que a “conciliação e a bajulação” dos EUA não trarão paz. O chanceler ucraniano, Andrii Sybiha, afirmou que apaziguamento, servilismo e bajulação não vão deter a guerra da Rússia.
A reportagem consultada não traz resposta do Ministério da Defesa russo, e as versões dos danos vêm de autoridades ucranianas.






















