O presidente Donald Trump afirmou em 14 de outubro que uma “exploração em grande escala de petróleo, gás e minerais” está prestes a começar na Groenlândia, território que resistiu aos esforços dele para controlá-lo e proibiu novas perfurações de petróleo bruto, segundo a Agência Brasil. Trump chamou a ilha dinamarquesa, administrada por um governo semiautônomo, de “nossa nova e bela Groenlândia”, em mensagem nas redes que elogiava ganhos dos EUA a partir de um acordo de segurança assinado em setembro.
O acordo, entre EUA, Dinamarca e Groenlândia, permitiu que os Estados Unidos reforçassem a presença militar na ilha e parecia ter resolvido o impasse. Trump afirma desde 2019 que os EUA deveriam comprar ou tomar posse da ilha por razões de segurança e, em várias ocasiões, não descartou o uso da força.
Reação da Dinamarca
O Ministério das Relações Exteriores da Dinamarca respondeu que, se os EUA quiserem explorar recursos da Groenlândia, terão de fazê-lo dentro da legislação da ilha e que o acordo não alterou isso. Em comunicado, o ministério disse que o texto não concede a investidores americanos tratamento preferencial em relação a investidores de outros países da Otan e da União Europeia no acesso aos recursos naturais.
O gabinete do primeiro-ministro da Groenlândia recusou-se a comentar, e o Ministério de Recursos Minerais da ilha não respondeu de imediato aos pedidos de comentário.






















