O comissário da Alfândega e Proteção de Fronteiras dos EUA (CBP), Rodney Scott, defendeu o projeto de muro e outras obras na região de Big Bend, no Texas, apesar da oposição crescente e de uma pausa na construção determinada pela Justiça, em entrevista à Associated Press citada pelo Guardian em 23 de outubro. Ele disse que o objetivo de fortificar as fronteiras é “inegociável”.
Scott afirmou que o projeto, de US$ 46 bilhões, se justifica, embora uma coalizão bipartidária de proprietários de terras, comerciantes locais e ambientalistas o veja como desperdício de dinheiro dos contribuintes e potencialmente destrutivo para uma região de baixa travessia histórica de migrantes. Para ele, se Big Bend ficar sem muro ou outra infraestrutura enquanto outras áreas da fronteira recebem reforços, a região será “completamente invadida e destruída”.
O Guardian descreve a disputa como um teste de até onde o governo republicano está disposto a ir para fechar a fronteira. Scott, ex-agente da Patrulha de Fronteira, foi escolhido por Trump para concluir a barreira. A reportagem consultada não detalha o prazo nem o fundamento da decisão judicial que paralisou a obra.






















