O dólar fechou em queda de 0,64% nesta quarta-feira (4), a R$ 5,4518, e o Ibovespa subiu 1,23%, aos 167.563 pontos, num pregão encerrado antes da decisão do Copom, que manteve a Selic em 13,75%. Mesmo com o recuo, a moeda americana está 9,46% acima dos R$ 4,98 da véspera do segundo turno, em 25 de outubro.
O que moveu o mercado
- Eleições nos EUA: a vitória democrata no Congresso americano ficou no centro das atenções. Para os investidores, a oposição pode dificultar a aprovação de medidas do governo de Donald Trump sobre gastos públicos, impostos e regulação.
- Juros: a expectativa era de manutenção da Selic e de discurso mais duro do Banco Central diante da piora da inflação e da pressão fiscal. A decisão saiu depois do fechamento; veja o que o Copom decidiu.
- Imposto Seletivo: o mercado acompanhou os sinais sobre o envio da medida provisória. O governo indicou que pretende prorrogar, em janeiro de 2027, a cobrança do IPI para setores que passarão a ser tributados pelo Imposto Seletivo, o chamado imposto do pecado.
Na comparação com a véspera
Na terça-feira (3), o dólar fechou a R$ 5,49, maior valor do ano, e a Bolsa caiu 1,4%. O recuo desta quarta é, portanto, uma correção parcial, e não uma reversão da alta que veio depois da eleição brasileira.






















