A onda democrata nas eleições de meio de mandato trouxe, segundo projeções de veículos de imprensa, marcos de representatividade no Senado dos EUA: Abdul El-Sayed (Michigan) seria o primeiro senador muçulmano, Chris Pappas (New Hampshire), o primeiro homem abertamente gay eleito para o Senado, e Peggy Flanagan (Minnesota), a primeira mulher indígena senadora. Nos estados, Keisha Lance Bottoms seria a primeira mulher negra eleita governadora do país, na Geórgia. Projeção não é resultado oficial.
Os marcos no Senado
- Abdul El-Sayed (Michigan): derrotou o republicano Mike Rogers e será o primeiro muçulmano no Senado. A cadeira já era democrata, então a importância é histórica, não de mudança de partido (leia mais).
- Chris Pappas (New Hampshire): venceu e será o primeiro homem abertamente gay eleito para o Senado (leia mais).
- Peggy Flanagan (Minnesota): vice-governadora do estado e integrante da Nação White Earth Ojibwe, será a primeira mulher indígena a ocupar uma cadeira no Senado dos EUA.
Nos governos estaduais
Keisha Lance Bottoms foi eleita na Geórgia e será a primeira mulher negra governadora na história do país (leia mais). No Texas, Gina Hinojosa derrotou o governador Greg Abbott e será a primeira latina a governar o estado (leia mais). Os democratas tomaram cinco governos antes republicanos, segundo a lista lida: Texas, Geórgia, Nevada, Ohio e Iowa; a contagem de governadores ainda não está fechada.
Brasileiros eleitos
Três brasileiros, todos do Partido Democrata, também foram eleitos para legislativos estaduais, segundo reportagem: Felipe Sousa-Lazaballet, natural de Duque de Caxias (RJ), para a Câmara Estadual da Flórida (Distrito 42); Rita Mendes, reeleita para a Câmara dos Representantes de Massachusetts (11º Distrito de Plymouth, que inclui Brockton); e Priscila Sousa, eleita para a mesma Casa em Massachusetts (6º Distrito de Middlesex, região de Framingham).
O que ainda não é definitivo
Os números e os marcos citados vêm de projeções e de listas de veículos de imprensa, não de resultado oficial. O Alasca segue sem definição no Senado. O balanço completo está em democratas têm Câmara e Senado; Trump fala em veto.






















